quinta-feira, 22 de agosto de 2019

O PRAZER DE REPARTIR


                      É na verdade com enorme prazer que quero repartir com os meus amigos o que entendo como um privilégio que hoje me foi comunicado pela Chiado Editora.
               Esta Editora que em 2017 promoveu a publicação do meu livro :"POEMAS DO AMOR E DO COSMOS" tem vindo a editar uma obra monumental: intitulada "Entre o Sono e o Sonho", a maior Antologia de poesia portuguesa contemporânea até hoje publicada, em Portugal. Para o efeito, selecciona poetas que considera representativos e convida-os a candidatarem-se com um poema inédito que após apreciação do editor poderá ou não ser seleccionado para constar da Antologia.
              Assim, o prazer que convosco quero repartir advém de, nas três vezes em que fui convidado, hoje fui pela segunda vez seleccionado.
        Dada a importância que atribuo aos meus leitores e amigos, venho comunicar-vos que será com imenso prazer que constatarei que acederam ao convite que aqui vos deixo para que compareçam no lançamento do XI volume desta obra, no próximo dia 5 de Outubro,Sábado, pelas 15:30 no Altis Grand Hotel, em Lisboa. 

Com todo o prazer, de seguida transcrevo o poema que candidatei e foi seleccionado.

                                  LOUVAR A NATUREZA

                                  Quando, ao fim da tarde,
                                  Os barcos descansavam
                                  Serenos sobre a ria
                                  E o vento, vindo do mar,
                                  Os pintava com frescura e maresia,
                                  O sol ia poisar no horizonte,
                                  As árvores desfolhavam-se outonais
                                  Abrigando-se da noite que nascia!...
                                  Ciclo imortal de encanto e de beleza
                                  Que me obriga a louvar a natureza,
                                  Me transporta e faz de tudo quanto vejo
                                  Um mundo de incerteza e de desejo

                         Oliveirinha, 19/12/2017    Vitor Leitão da Cunha



















quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

dante II: dante II: dante II: dante II: REPETIÇÃO

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SONETO

SONETO Como é grande e perverso o sentimento De quantos vão fazendo da vida um pantanal, Quando lançam sementes tangidas pelo vento E colhem frutos e flores de côr banal... E nesse doloroso e pobre evento, Onde perdura a crença do imortal, Vive-se pràlem do efémero momento O culto desta vida desigual. Tudo quanto vem do pensamento Faz do Homem um ser racional, Como tudo quanto vem do movimento Liberta energia natural E permite modelar o bem com seu intento Ou co0m seu intento cultivar o mal. Vitor Leitão da Cunha